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segunda-feira, 18 de março de 2013

Rotting Christ

Esse evento foi tão confuso que nem sei por onde começar. Primeiro porque era para ter sido em Santo André, depois por problemas com a acústica do Central Rock Bar, foi transferido para São Bernardo do Campo. E assim o show foi realizado em um local novo chamado de Bar Rock Club. Que diga-se de passagem precisa melhorar para facilitar a localização. Pois dei duas voltas no quarteirão para poder encontra-lo

O show estava previsto para 22h00, abertura da casa seria as 21h30. Cheguei por volta das 21h00 e não tinha ninguém. Somente a produção. As horas foram se passando e o pessoal foi bem aos poucos chegando. A partir disso perdi totalmente a noção de tempo, encontrei uma amiga virtual de longa data e a oportunidade nos fez conhecermo-nos pessoalmente, e as horas se passaram mais rapidamente.

Ao entrar no local, me incomodei com as colunas localizadas bem ao meio, que ia do fundo da pista até o palco (que me lembre eram três). Pra vocês terem uma noção, tinha uma coluna bem central, na frente do palco. Mal pude ver a baixista do Depressed, já que ela se pôs bem atrás dessa coluna.

Não me lembro a hora exata que entraram as bandas de abertura, Midnightmare e Depressed. Mas Rotting Christ começou sua apresentação pra lá da meia noite. Conforme passava o tempo o número de pessoas foi crescendo. Quando começou Rotting Christ o público já atingia um bom número, pelo menos para as condições de espaço da casa.

O Rotting Christ pode ser considerada uma das bandas mais simpáticas que apareceu por aqui, de uma humildade singular. Quando eu ainda estava do lado de fora da casa, conversando com alguns conhecidos, pude ver a entrada discreta e amigável da banda. Eles entraram sem cerimônia nenhuma. Confesso que não sou fã de Rotting Christ, mas para os fãs esse show foi repleto de oportunidade, pois não tirou foto com o pessoal da banda quem não quis, ou quem chegou bem depois da chegada deles. Pois eles ainda ficaram na porta conversando e pacientemente fotografando e autografando o que viesse.

O merchandise da banda também foi outro ponto forte, super barato, provavelmente o merchan mais barato por mim já visto. CD duplo com DVD custando R$20,00, mesmo preço da camiseta oficial. Além da passagem de som. eles foram bem humilde, eles subiram tranquilamente e ficaram arrumando os instrumentos. E pude concluir que existem bandas bem menos contempladas que não fazem o que o Rotting Christ fez no Bar Rock Club.

O show, em si foi frio até as 5 primeiras músicas. Provavelmente por serem as músicas do novo álbum, e aparentemente não foi muito aceito pelo público. Embora eu tenha visto algumas pessoas agitando desde o início. Certamente essas pessoas eram daqueles fãs de carteirinha. Mas quando a banda começou a tocar os clássicos, o clima esquentou. E o bate cabeça foi crescente, devido a isso, posso dizer que o local estava repleto de verdadeiro fãs de Rotting Christ, pois teve gente que saiu de Baruerí para assisti-los em São Bernado do Campo porque perdeu o show que houve dia 10/03 no Hangar 110. 

Já era mais de 2h00 am, quando Rotting Christ ainda estava no palco, e mesmo assim, quando observei os quatro cantos do Bar Rock Club, via gente se acabando de bater cabeça, de agitar, gritar, pular, sem que houvesse nenhum constrangimento. Ao final do show, toda essa fúria do público se esvaiu, e a fila para pagar a comanda começou a se formar. E só o que escutei foram elogios de satisfação. Que começaram a partir do momento que a banda chegou e demonstrou total humildade. Provavelmente para os fãs de Rotting Christ esse ingresso foi muito bem pago.

Postagem ao som de: Human Target - Six Feet Under

segunda-feira, 4 de março de 2013

Futuros Shows


  Já não é de hoje que o Brasil passou a ser parada obrigatória para os grandes ícones do Metal mundial. 
   Na década de 90 a quantidade de shows era péssima, nesta época tinham quase um show por ano. Mas a globalização fez com que a cena Metal crescesse de tal forma, que nos dias de hoje, precisamos fazer uma escala de preferências de shows. Tamanha são as oportunidades, ainda mais, se sua condição financeira não for das melhores. Sendo assim, planejo e marco na agenda minhas pretensões de shows. E essa postagem é praticamente para expor minha possível programação, lembrando que vontade não falta, querer não é poder, e vamos ver quanto desses shows irei presenciar.
15/03 – Rotting Christ (Está bem perto, e ainda não decidi se vou ou não, motivo: Não conheço muito as músicas da banda, e estou sendo convencida a ir)
26/03 – Saxon (Gosto pra caramba, chegou a ser minha banda TOP 5 quando tinha meus 18 anos, hoje não escuto muito, mas ainda sou marcada pelo Crusader Saxônico. O que está pegando é que o show será em uma terça feira).
06/04 – Accept (Mais um ícone do Heavy Metal mundial, sensacional, minha trilha sonora da adolescência, não conheço o local do show).
11/04 – Carcass (Escuto com certa frequência, já fui em um show, é meu momento atual de Metal. O que prejudica é que será em uma quinta feira e o show que haverá dia 12/04).
12/04 – Symphony – X (Uma das poucas bandas virtuosas que gosto, mas nunca os vi ao vivo, embora já tenham vindo ao Brasil mais vezes, estou na dúvida entre o Carcass).
14/04 – Live ‘N’ Louder (Esperando escalação de outras bandas, por enquanto as bandas que estão me atraindo são: Twisted Sister, Metal Church e Sodom).
15/05 – Anthrax e Testament (Show em plena quarta feira é ruim demais, no entanto isso é praticamente questão de obrigação, sendo assim, vou comprar logo meu ingresso que o primeiro lote já esgotou).
16/06 – Dio Disciples (Muito me interessa).
22/06 – Legion Of The Damned (É uma banda que andei escutando uns anos atrás, é falta mesmo é vê-la no palco para ter maiores conclusões, o que tá complicando é o Cannibal Corpse no dia seguinte, porém a vantagem é que será em um sábado)
23/06 – Cannibal Corpse (Faz tempo que não escuto, na verdade fui acompanhar o Chris Barnes no Six Feet Under, esse show vale a pena).

As informações sobre as datas foram retiradas no site Agenda Metal, no qual você pode conferir maiores informações e demais eventos aqui não citados, no link:  http://www.agendametal.com.br/calendario.php?tipo=1#axzz2Mac3P3ua

Postagem ao som de: Greenhouse Effect - Testament

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Judas Priest & Whitesnake - 10/09/2011

Este foi um show ao qual eu fui me sentindo extremamente feliz.
E também extremamente triste.
A última turnê mundial do Judas Priest "Epitaph", foi a primeira vez em que eu vi a banda, e, claro, foi um misto de emoção e tristeza ao saber que talvez não os veja mais ao vivo (quem sabe um dia no W.O.A) hehehe.
Bom, vamos ao show.
Arena Anhembi lotado, uma fila pavorosa tanto para pegar o ingresso quanto para entrar, e, sob ameaça de chuva, fui dar uma olhada na barraca de venda dos souvenirs, e, abismada, quase caí para trás com o preço das camisetas, que nem eram tão bonitas assim. A infra-estrutura de alimentação também poderia ser melhorada, mas é claro que o pessoal quer enfiar a faca e cobrava caríssimo em um reles lanche "qualquercoisa-pocket" de microondas.
Para quem vem do "sítio" que nem eu, enfrentando horas de ônibus e metrô, é uma reclamação bem pertinente...
Mas, vamos aos shows.
Após certa demora para começar, o Whitesnake entrou, e, claro o David Coverdale está bem acabadão, mas ainda pode ser considerado um dos melhores frontman do Hard/Metal. Recheado de clássicos, foi aquele show perfeito para quem está em começo de namoro, no auge da paixão romântica. O som em alguns momentos ficou abafado e embolado, principalmente por causa do vento, sendo o show em local aberto, mas no geral, achei que foi muito bom.
Passagem de som e mais alguma espera, e, finalmente.... Judas Priest.
A banda toda é muito educada, mas o Rob Halford, é simplesmente "O CARA". Extremamente simpático, profissional e brincalhão, com certeza ele conseguiu suprir a falta de fôlego e de agudos que sempre foram tão características nas músicas do Judas Priest, principalmente nos primeiros álbuns.
Percebi uma preocupação da banda também com o andamento das músicas, algo mais lento, talvez para poupar a voz do Rob, mas em momento algum isso atrapalhou a magia do show em si.
Foi feito um "apanhadão" de músicas ao longo da carreira do JP com muitos clássicos, e, com direito a chicotadas do Rob Halford no Glenn Tipton, e uma leve menção de "dancinha" de Lady Gaga, posso dizer, com certeza que os pontos altos do show foram: "Painkiller", onde o povo quase se arrebentou de tanto pular, "Breaking the Law" (uma das minhas músicas favoritas), "Hell Bent for Leather", com a entrada triunfal do Rob Halford na sua Harley prateada, e, no final, dois "Bis", sendo a música de encerramento, "Living After Midnight". Muito, mas muito feliz, saí praticamente dançando do show, com a certeza de que o Judas Priest encerra suas turnês mundiais com muito brilho, e muita, muita competência.

Saxon - 22/10/2011

Gosto muito do Saxon, acho uma das bandas clássicas de Metal Tradicional, e claro que não poderia perder o show, depois da decepção do Live'n Lounder de 2006  quando a banda não apareceu.
Como não sou da Capital, achei o local inacessível, principalmente porque eu geralmente não viajo de excursão, vou desbravando sozinha de ônibus/metrô. A grande surpresa foi a loja da Harley- Davidson bem em frente a casa de shows, o que já me fez sentir a "Motorcycle Woman" e me deu ainda mais vontade de entrar no show.
A casa não estava superlotada, mas achei que tinha um público razoável, e apesar do acesso nada fácil, o HSBC Brasil é muito bom, ótimo atendimento, um local bem arejado e muito bonito.
Como bons ingleses que são, começaram o show pontualmente, às 22:00h. Assim que a banda entrou no palco, foi uma alegria geral, e aos gritos de "Olê, olê, olê, olê, Saxon, Saxon!", com a galera girando as camisetas, confesso que foi emocionante. A mesma emoção foi sentida pelo vocalista Biff Byford, pois, parado por pelo menos 5 minutos até o pessoal se acalmar, era visível no rosto dele a emoção e a consternação pela euforia da platéia. 
Após esse início esfuziante, o que posso dizer é que foi um show arrasador. A banda sempre muito coesa, alternou músicas do novo CD "Calls To Arms" como a ótima "Back in '79", com uma pegada bem ao estilo da banda, com clássicos inesquecíveis como "Motorcycle Man", "Cruzader" "Princess of the Night", "747 (Strangers in the Night)", "Denim and Leather".
Houve uma preocupação muito grande com o público, tanto no repertório escolhido como no tempo de duração do show, que, claro, poderia ter se estendido muito mais, que eu não acharia ruim... =)
Foram mais de 1:30h de show, que com certeza poderiam ter sido muito mais, até pelo vasto repertório da banda, a grande discografia, e não teria sido nem um pouco enjoativo, muito pelo contrário, tenho certeza de que todo mundo sairia muito mais feliz do que já saíram.
Como disse um amigo no show, "Paguei 100, assisti em um local de R$ 500,00 um show que valia "R$ 1.000,00".
Com certeza este ficou na lembrança como um dos melhores shows que eu já assisti.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Destruction

Havia mais de sete anos que não assistia Destruction. Tinha até me esquecido de quão empolgante é. Confesso até que não iria, e nem estava interessada em ir, mas ganhei o ingresso de presente de aniversário adiantado.  E assim fui prestigiar Nervosa, Genocídio e Destruction.
   Nervosa, uma banda em evidência no qual está aproveitando (com toda razão) as oportunidades que aparecem, e correndo atrás de outras oportunidades. Quando vi Nervosa pela primeira vez, achei tudo cru e desencaixado, desta vez elas demonstraram uma enorme evolução musical, e uma coisa é certa, como uma bateria faz diferença em uma banda. Nesse show quem estava na baqueta nervosa era Amilcar (Torture Squad) e sua experiência musical levantou o nível da Nervosa. No geral gostei do som delas, mas me entristece que toda essa evidência oferecida a Nervosa, não foi oferecida a outras bandas femininas brasileiras como Scatha, Pandora e Valhalla (Pra mim e melhor banda de Metal feminino do Brasil)
Genocídio me surpreendeu, embora eu não seja lá uma acompanhadora da banda, mas a formação convenceu.
Destruction fez as horas passaram feito um raio, em meio as tentativas esdrúxula do Schmier falar português. O show foi avassalador. Comparando com a primeira vez que os vi, esse show foi bem melhor.
Destruction é daquelas bandas que tem fãs descontrolados, que deixam os seguranças torcendo para que tudo termine logo. A  grande de contensão aos poucos foi empurrada para frente, enquanto alguns headbanger subiam-na e bangeavam sem parar. Eu estava na grade, e algumas cenas me causou risos, como de uma garota agitando alucinadamente apoiada na grade, no bangerhair, enquanto os cabelos dela ia direto para o rosto de um dos seguranças que olhava fixamente assustado com aquilo tudo. 
Outra coisa que me chamou atenção foi a quantidade de fotógrafo no local, essa profissão já está ficando banalizada, como eles tem "livre" acesso, tenho a impressão que a maioria está ali mesmo pra cerrar o ingresso. Já tinha notado essa quantidade de fotógrafos alguns shows atrás, pelo visto essa prática está ficando muito comum. Mas de uma coisa é certa, 1/2 desse "fotógrafos" quem ganham credencial para cobrir o show estão ali apenas pra entrar na faixa mesmo, enquanto as mulheres são praticamente groupie por detrás de uma máquina fotográfica, claro que tem exceções.


Link: Curse the Gods

Postagem ao som de: TNT - Six Feet Under

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Suicidal Angels

 Há pouco mais de um ano, me falaram de Suicidal Angels. Comentaram que era uma banda nova de Thrash Metal, formada no início de 2000, sendo que o primeiro álbum foi lançado apenas em 2006.
 Conversando sobre Suicidal Angels aqui, escutando comentários ali, percebendo a influência escancarada de Slayer nas músicas, mas apresentando originalidade. Conclui que essa banda pode ser chamada de New Old School. No qual podemos defini-los como uma banda nova, só que velha. Soa estranho essa definição: "Nova, só que velha". Mas esse "novo", seria pela idade da formação da banda, que está bem longe de ter a idade das bandas clássicas de Thrash Metal. O "velho" fica por conta do Thrash executado, digno dos anos 80. Assim é Suicidal Angel.
   Quando soube que estariam aqui,  já pensei: "vamos lá conferir", se são tão bons ao vivo quanto em estúdio!? Ver para crer. Sendo meu primeiro show de 2013
   Começa o "Furia Metal Festival". Das três bandas brasileiras que se apresentaram nesta noite,  recomendo Bywar e Leviathan. Ambas colocaram o Hangar pra aquecer. Bywar tem um baixista que deixaria os caras do Amon Amarth com vergonha no quesito "bate cabeça", o menino não parava um minuto sequer. Leviathan apresentou para os desconhecidos como foi o Thrash Metal dos anos 80 no Brasil.
   E pontualmente, por incrível que pareça o Hangar 110 foi pontual, entrou Suicidal Angel. Não vou me preocupar em colocar o setlist de nenhum show. Deixa para os comentarista mais técnicos se preocuparem com a ordem das músicas, me policiarei apenas em descrever o que vi e senti.
   Suicidal Angels começou apresentando a música título do álbum mais recente.  Minha dúvida estava relacionada a postura do público. Como eles corresponderiam? E minha dúvida foi tirada já na segunda música, quando vi os refrões sendo cantados, as rodas se abrindo, e assim foi durante todo o show. O vocalista não é de falar com o pessoal, mas isso não significa antipatia. Muito pelo contrário, quando no decorrer do show, o pessoal começou a subir no palco e se jogar no mosh, percebi que a banda inteira é paciente e tranquila. Eles eram constantemente atrapalhados, pelo pessoal que insistia em subir e pular, foi o show inteiro assim, o pessoal da banda chegava a gesticular para o público se montar pra receber o cara que ia se jogar. E riam da situação dizendo que os caras que subiam eram loucos. Um rapaz chegou até ganhar uma palheta do Nick por ter dado um mosh acompanhado de uma cambalhota. Até uma garota ousou no mosh. Algumas pessoas se incomodaram com o pessoal se jogando, mas era notável que os caras estavam ali para se divertir, diferente das meninas que invadiam o show do Circle II Circle, que estavam atrapalhando, querendo mais era aparecer.
 Momento tiete. Não gosto de tirar fotos, de sair em fotos. Mas nesse dia fugi da minha personalidade. Tirei foto com a banda, morrendo de vergonha, a ponto de eles perceberem, mas tirei. 
    Certamente Suicidal Angels fará parte do meu ciclo metal vicioso.

Link: Bloodbath and Bleeding Holocaust

Postagem ao som de: Reborn In Violence - Suicidal Angels.

Anthrax

Melhor show do ano de 2012, essa foi minha concepção final, de tudo que vi. 
Anthrax é Thrash Metal em "Level" máximo. E ainda ver com Joey Belladonna foi perfeito.
O show teve abertura do Torture Squad.  Sendo o primeiro show que a banda realizou após a saída de Vitor Rodrigues, senti uma certa diferença negativa, mas é só esperar para ver o que acontece, e acredito que eles irão se moldar como um trio rapidamente, sem problema nenhum.
 A noite continuou, e a banda Misfits entrou, em um show empolgante, com uma postura bem Rock N Roll. Particularmente não me atrai em nada, mas também não me incomoda. Ao término do show Jerry Only desceu até a grade, para o delírio dos fãs, ele praticamente "batizava" o público, passando o dedo nos olhos, que continham maquiagem negra, e passava nas testas mas moças mais eufóricas.  E como tinha moças eufóricas, inclusive ao meu lado, presenciei um pouco dessa histeria feminina, quando uma delas ousou a pedir um beijo de Jerry, e ele claramente beijou-a na boca mesmo. Ela deve tá contando isso até hoje.
 Acabou a histeria Misfits, e olha que essa histeria foi longa, passou um pouco do tempo entre a troca de banda. O público não largava Jerry por nada, e devido a isso, houve um pequeno atraso, desconsideravel, para a entrada de Anthrax.
 Anthrax foi sensacional e já começou o show com musicas do álbum novo. Não me lembro qual, porque estava anestesiada em ver Belladonna correndo pra lá e pra cá, feito um menino. Sendo abastecido por Redbull. A partir da segunda música, ele abria uma latinha, dava um gole e jogava-a para o pessoal. A primeira que ele jogou? Foi minha. E assim ele foi saciando a sede de outros fãs que estavam na grade.
  Quando Anthrax tocou os clássicos, foi magnífico, o público correspondeu a altura, empolgando ainda mais a banda, que jogava palhetas aos montes. Um garoto no canto esquerdo do palco, chegou a ganhar duas, uma da própria mão do Belladonna que se esticou todo para entregar nas mãos do menino. Outra ele ganhou do Frank Bello.
  O show foi uniforme do começo ao fim, acelerado sempre. Belladonna um menino ainda, pra lá e pra cá. Puxando o coro da platéia diversas vezes. Só faltou aparecer de cocar para cantar Indians.
   Se você não estava no HSBC nesse dia, pode ter certeza que perdeu um dos melhores shows do ano. E espero que Scott Ian cumpra o que disse durante o show. Que eles voltarão, mais rápido do que a gente possa presumir. E nesse anos de 2013 rola buxixos que que em maio haverá Testament e Anthrax. Torcendo muito para que não passe de boatos.

Link: Caught In a Mosh.
https://www.youtube.com/watch?v=7tcie-XaX38

Postagem ao som de: Coma of Souls - Kreator