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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Anthrax

Melhor show do ano de 2012, essa foi minha concepção final, de tudo que vi. 
Anthrax é Thrash Metal em "Level" máximo. E ainda ver com Joey Belladonna foi perfeito.
O show teve abertura do Torture Squad.  Sendo o primeiro show que a banda realizou após a saída de Vitor Rodrigues, senti uma certa diferença negativa, mas é só esperar para ver o que acontece, e acredito que eles irão se moldar como um trio rapidamente, sem problema nenhum.
 A noite continuou, e a banda Misfits entrou, em um show empolgante, com uma postura bem Rock N Roll. Particularmente não me atrai em nada, mas também não me incomoda. Ao término do show Jerry Only desceu até a grade, para o delírio dos fãs, ele praticamente "batizava" o público, passando o dedo nos olhos, que continham maquiagem negra, e passava nas testas mas moças mais eufóricas.  E como tinha moças eufóricas, inclusive ao meu lado, presenciei um pouco dessa histeria feminina, quando uma delas ousou a pedir um beijo de Jerry, e ele claramente beijou-a na boca mesmo. Ela deve tá contando isso até hoje.
 Acabou a histeria Misfits, e olha que essa histeria foi longa, passou um pouco do tempo entre a troca de banda. O público não largava Jerry por nada, e devido a isso, houve um pequeno atraso, desconsideravel, para a entrada de Anthrax.
 Anthrax foi sensacional e já começou o show com musicas do álbum novo. Não me lembro qual, porque estava anestesiada em ver Belladonna correndo pra lá e pra cá, feito um menino. Sendo abastecido por Redbull. A partir da segunda música, ele abria uma latinha, dava um gole e jogava-a para o pessoal. A primeira que ele jogou? Foi minha. E assim ele foi saciando a sede de outros fãs que estavam na grade.
  Quando Anthrax tocou os clássicos, foi magnífico, o público correspondeu a altura, empolgando ainda mais a banda, que jogava palhetas aos montes. Um garoto no canto esquerdo do palco, chegou a ganhar duas, uma da própria mão do Belladonna que se esticou todo para entregar nas mãos do menino. Outra ele ganhou do Frank Bello.
  O show foi uniforme do começo ao fim, acelerado sempre. Belladonna um menino ainda, pra lá e pra cá. Puxando o coro da platéia diversas vezes. Só faltou aparecer de cocar para cantar Indians.
   Se você não estava no HSBC nesse dia, pode ter certeza que perdeu um dos melhores shows do ano. E espero que Scott Ian cumpra o que disse durante o show. Que eles voltarão, mais rápido do que a gente possa presumir. E nesse anos de 2013 rola buxixos que que em maio haverá Testament e Anthrax. Torcendo muito para que não passe de boatos.

Link: Caught In a Mosh.
https://www.youtube.com/watch?v=7tcie-XaX38

Postagem ao som de: Coma of Souls - Kreator

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Thrash Metal

Se fosse algo considerável, me arriscaria em colocar na ordem de favoritismo as vertentes do Metal: 1º Thrash Metal, 2º Heavy Metal, 3º Death Metal, 4º Power Metal e Metal Melódico...enfim chega de rotulação. Esse show foi sensacional, Kreator está no meu TOP 5 das bandas que mais escuto no dia a dia. E não fui no show de gravação do álbum e DVD Live Kreation, que também considero o show da minha vida.
    O local do show foi horrível pra quem tem 1,50 de altura. O show começou com Torture Squad, que já virou um ícone do Thrash Metal Nacional (Eu prefiro os brasileiros no Thrash e Death Metal, do que em outros estilos), Krisiun aprimorou o termo Death Metal. Agora eles são classificados de Extreme Brutal Death Metal. 
    Nessa época mulher no vocal estava no auge, principalmente no estilo Gothic Metal (desculpe, deteeeeeeesto). Mas Tristania tem tudo a ver, foi triste mesmo, ainda mais para um publico cuja a maioria não pertencia ao estilo. Comentários da pista eram: "Alguém tem que avisar esses produtores", mas presenciei a evolução da postura Headbanger do brasileiro, antes na década de 90, quando uma banda "fora do ninho" era colocada em um show, o público jogava até a mãe. Isso em contexto popular, quem não se lembra da chuva de copos que o Carlinhos Brown levou no Rock In Rio III? Mas nesse dia, quem não queria ver Tristania, foi para o bar, banheiro ou até mesmo dormiu.
      Kreator. Foi incrível, e a última vez que subi nos ombros de um amigo. Bom, eu tenho o hábito de antes de um show, buscar o set list que a banda vem fazendo durante a tour, e assim, escolho (escolhia) algumas música para poder acompanhar de cima. E lembro que as músicas escolhidas para esse show foram: Violence Revolution, Extreme Aggression, People Of The Lie, Phobia e Pleasure Kill. Claro que quem tá atrás detesta quando isso acontece, mas fui avisando que ia fazer isso, desde o início, a todos que estavam ao redor. Apesar de hoje ser impossível, devido a quantidade de máquinas fotográficas e celulares que são levantadas durante um show, e subir no ombro de alguém acaba atrapalhando o registro que o seu colega quer fazer. Tem gente que reclama das máquinas, mas amigoooooooo, se você se incomoda com aparelhos eletrônicos erguidos durante um show, você não foi feito para ver show de Metal, e ouso até te chamar de POSER, pois antes, não eram câmeras e celulares levantados, eram corpos mesmo, em ombros, sentados, femininos e masculinos, pirâmides humanas a todo o tempo e momento, mãos erguidas com o simbolo \m/ sem descer. Qual a diferença entre um braço estendido com a mão de chifres e um braço estendido com uma máquina fotográfica? NENHUMA. Portanto eletrônicos levantados, é mínimo, pra quem já foi em shows, e só conseguiu acompanhar pelo telão. Então para de reclamar, seu loser. Ou muda para o Japão, pois lá se assiste show de Metal, sentado.


Postagem ao som de: Travel In Stygian - Iced Earth